14 a 27 de janeiro de 2018

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26/01/2016

De Brahms a Beatles: terça eclética no Femusc

Terça-feira para todos os gostos no Festival de Música de Santa Catarina. Na noite de 26 de janeiro, a Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul/SC (SCAR) recebe mais uma série de concertos e recitais para gosto eclético, com espaço para a influência da música popular representada por ninguém menos que The Beatles. O Femusc segue até 30 de janeiro, com espetáculos diários na SCAR e em toda a região de Jaraguá do Sul.

A série Grandes Concertos (20h30, no Grande Teatro) terá Leon Spierer liderando uma camerata de cordas com professores, integrantes do ProMusc e alunos do programa Avançado, interpretando “Simple Simphony”, de Benjamin Britten, executada originalmente em 1934 e escrita para orquestra de estudantes. Arranjos do cubano Leo Brouwer para The Beatles serão interpretados por quarteto de cordas e Eduardo Isaac no violão clássico. Na sequência, a harpa vai ao centro da cena, com “Sonatina para Harpa”, de Alberto Ginastera. Obras do argentino como “Concierto para Arpa e Orquesta” são fundamentais para o ensino de harpa em todo o mundo. “Quarteto para Piano e Cordas em Sol Menor op. 25”, de Johannes Brahms, contará com os professores Richard Roberts (violino), Richard Young (viola), Dennis Parker (violoncelo) e Alexandre Dossin (piano). Escrita em 1861, a obra chegou a ser orquestrada em 1937 pelo compositor austríaco Arnold Schönberg, que desejava demonstrar o grande potencial sinfônico da peça. Como complemento ao programa, o professor de percussão Eduardo Leandro apresenta “Afasia”, do norte-americano Mark Applebaum.

Os destaques da programação já começam às 19h, no Momento Springmann (Pequeno Teatro), onde o diretor artístico do Femusc, maestro-oboístra Alex Klein, resgata um pouco da sua trajetória como músico internacional interpretando “Concerto sobre Temas da Ópera ‘La Favorita’, de Donizetti”, obra de Antonio Pasculli. Essa peça fez parte do repertório de Alex em um dos primeiros prêmios que conquistou, o Concurso Internacional de Execução Musical de Genebra, na Suíça, em 1988. O programa contará também com “Variaciones sobre Folías de España y Fuga”, do mexicano Manuel Maria Ponce; “Trio para Flauta, Violoncelo e Piano”, de Carl Maria Von Weber; e “Malagueña”, de Ernesto Lecuona.

As demais séries noturnas na SCAR também contarão com obras de elevado nível artístico, com desafios de execução. Às 18h, a sala 201 recebe a série Piano Masters; ao mesmo tempo, na Sala de Exposições, a atração são os Recitais de Canto Lírico; às 19h, a série Violão Plus ocupa o Piano Bar; às 20h, Alex Klein introduz o concerto principal na série Musicalmente Falando; e às 20h30, a série Recitais de Câmara encerra a programação de terça-feira, no Pequeno Teatro.

Concertos sociais e Femusc em Joinville

Os concertos sociais seguem levando música erudita a Jaraguá do Sul e região. A programação começa já às 9h e 15h, no Hospital da Unimed. Às 17h, na série Femusc no Museus, é a vez do Museu WEG de Ciência e Tecnologia. Às 20h, Joinville recebe novamente o Femusc, no Conservatório Belas Artes (Rua Aubé, 427, Centro), com o seguinte programa: “Der Hirt auf den Felsem”, de Franz Schubert; “Le Nozze di Figaro”, de Mozart; “The Vagabond”, de Ralph Vaughan-Williams; “Automne”, de Gabriel Fauré; “Trovas no.1”, de Alberto Nepomuceno; e “Petite Suite”, de Claude Debussy.

O FEMUSC é uma realização conjunta do Instituto Festival de Música, Prefeitura de Jaraguá do Sul, Funcultural, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Governo de Santa Catarina, Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura; patrocínio WEG, Tractebel Energia, Raízen; apoio Zanotti, Portonave, Duas Rodas, Eletrobras e Gomes da Costa; apoio institucional Sociedade Cultura Artística (SCAR), Vale dos Encantos Convention & Visitors Bureau, Fundação Cultural e Católica de Santa Catarina.

Informações sobre a programação completa do Festival estão disponíveis em www.femusc.com.br.

FEMUSC – 11º Festival de Música de Santa Catarina
ASSESSORIA DE IMPRENSA
Centro Cultural SCAR – Sala 113
(47) 3274-8348 / (47) 9121-7469 / imprensa@femusc.com.br
Ronaldo Corrêa – (47) 9964-3233 – textolivre@gmail.com
Bárbara Elice – (47) 8424-6467/ barbara.elice@gmail.com
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25/01/2016

Banda encanta o público com clássicos do cinema

O palco da SCAR foi tomado pelo brilho dos instrumentos de metais na noite deste domingo, com a Banda Sinfônica do FEMUSC. Desta vez, os instrumentos de sopro e percussão foram as estrelas. Flautas, clarinetes, oboés e tubas estavam na linha de frente, todos regidos pelo carismático maestro alemão Dietmar Wiedmann.

A abertura do Grande Concerto se deu com a vibrante melodia de “Olympica”, do compositor belga contemporâneo Jan Van Der Roost. Em seguida, a colombiana e aluna do programa de Canto Lírico do FEMUSC, Julie Fernandez, apresentou junto à Banda Sinfônica “Cinco canções populares para soprano e branda”, do compositor Bernard Gilmore.

A terceira obra da noite foi a peça épica “The witch and the saint”, de Steven Reineke, que conta a história das gêmeas Helena e Sibila, ambientada na Alemanha de 1588. O público pode experimentar momentos de mistério e melancolia de um poderoso enredo medieval, que fala sobre os diferentes julgamentos da sociedade contra as irmãs que possuíam o mesmo dom.

Uma das apresentações mais populares do festival, “Star Wars Saga” permitiu ao público reviver os principais temas da trilha sonora clássica. As obras costumavam fazer parte do programa teatral da Sinfonietta, mas nesta edição ganhou força com os metais da Banda Sinfônica. Os músicos ficaram de pé para receber os aplausos do público.

Para encerrar o grande concerto, mais um clássico das telas de cinema. “James Bond Themes” trouxe desde a trilha dos filmes mais antigos até “Skyfall”, de Adele, aprensentada aqui na voz da solista Julie Fernandez. Após os aplausos, o maestro repetiu a dose de “Skyfall” para agradar o público.

25/01/2016

Celine Imbert avalia o espaço aberto ao Canto Lírico

No segundo ano de Canto Lírico no FEMUSC, o programa ganhou uma dose diária de recitais dedicadas ao público. Para a consagrada soprano brasileira, Celine Imbert, isso demonstra a sensibilidade do festival em relação ao espaço dedicado à essa arte no Brasil.

Além do Femusc, há o Festival Amazonas de Ópera e o recém-criado Ópera Studio do Theatro Municipal de São Paulo e alunos e profissionais de canto lírico espalhados por todas as regiões do país. “O canto lírico não tem tanta popularidade quanto tem a música popular, mas o que encontramos hoje é muito mais jovens querendo estudá-lo e com vozes belíssimas. Eles têm essas vozes enormes e querem expressá-la, e isso em todos as regiões brasileiras”, diz a professora.

E essa vibração reverbera em toda a América Latina, que tem enviado cantores ao programa de Canto Lírico do FEMUSC. A troca cultural é intensa entre os alunos de diferentes nacionalidades, que compartilham desde partituras a experiências que os trouxeram até aqui. “É um refazimento de valores artísticos, perspectivas e também de carreira. Estar aqui no FEMUSC já é um passo de carreira. Estamos vivendo música 24 horas por dia, cantando músicas de porte, conhecendo professores e fazendo música da mais alta qualidade” afirma Celine.

Segundo a professora, essa pode ser uma experiência transformadora, pois a arte envolve o que há de mais valoroso na humanidade. “E aí vem a parte sobrenatural: a voz atinge. Não precisa ninguém entender russo, chinês ou japonês. A música fala a mesma linguagem de todos. E quando toca revela em cada ser humano o quão bonito ele é”, acredita.

Com 30 anos de carreira, Celine Imbert é professora de Canto Lírico do FEMUSC desde que o programa foi criado, em 2015. Os estudos de piano começaram aos seis anos de idade, mas a música seguiu como um hobby até a juventude, por não existir formação profissional na época. Como psicóloga e especialista em psiquiatria comportamental, ela trabalhou como Cooperante da Revolução Moçambicana. De volta ao Brasil, estreou em 1987 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro coma a protagonista da ópera ‘Carmen”, de Georges Bizet. A partir de então, ela se consagrou como soprano brasileira.

Celine se apresentou no Grande Concerto de sábado, interpretando Sheherazade, de Maurice Ravel.

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Informações sobre a programação completa do Festival estão disponíveis em www.femusc.com.br.

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25/01/2016

Diretoria está satisfeita: “salto qualitativo”

O 11º Festival de Música de Santa Catarina chega à sua metade começando a contabilizar os louros de uma das edições com melhor qualidade artística e mais elevado nível musical a que Jaraguá do Sul já assistiu. Nos cerca de 60 concertos ou recitais realizados desde 17 de janeiro foram executadas aproximadamente 300 obras pelos mais de 500 alunos e quase uma centena de professores do festival. Apesar de metade das 30 mil horas/aula já ter passado, ainda há muita estrada por percorrer no Femusc de 2016. A programação de aulas e apresentações segue durante toda a semana, na Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul/SC (SCAR) e por toda a região

Para Alex Klein, diretor artístico do Femusc, o balanço parcial não poderia ser mais positivo: “Quando reunimos tantos jovens, muitas coisas poderiam dar errado, mas nada de ruim aconteceu. O pessoal é muito focado, vive em comunidade, e as lideranças naturais são dóceis”. Alex avalia que a atual edição tem reunido os concertos com o mais elevado nível de qualidade da história do Femusc, com destaque para o Concerto das Nações e as performances das orquestras, interpretando obras com altíssimo nível de dificuldade, que chegam a ser utilizadas para audições de admissão nas melhores orquestras do mundo. “Criamos um evento que fomenta o desenvolvimento cultural fora dos grandes centros, o que me deixa satisfeito, tanto no lado pedagógico quanto artístico”.

Alex destaca que o Femusc faz diferença no desenvolvimento musical da própria cidade de Jaraguá do Sul, “inserido na máquina cultural da cidade”. “No Zoológico Musical”, descreve, “as crianças já demonstraram ter cultura musical, buscando diretamente o instrumento que lhes interessa. Mais tarde, vão se tornar alunos de programas como o Música Para Todos e os cursos livres da SCAR”, citando dois projetos de fomento à música na sede do festival. Se nunca houve tantos catarinenses nos programas do Femusc, Alex explica o porquê: “Nossos primeiros alunos, lá de 2006, hoje já lecionam aos mais jovens, que estão chegando ao festival com nível cada vez melhor. Estamos num salto quantitativo e qualitativo”.

Na opinião do presidente do Instituto Femusc, Hilton da Veiga Faria, na primeira semana do festival novamente ficou comprovado o patamar de intimidade entre o festival e a cidade de Jaraguá do Sul. “O que temos aqui é uma coletividade, uma comunidade. É perceptível que os professores vêm ao festival com o propósito de compartilhar o conhecimento que receberam um dia. Mas quando conhecem a mentalidade e a acolhida daqui, tornam-se embaixadores de Jaraguá do Sul pelo mundo”, raciocina. Hilton cita que o festival de 2017 já está na pauta da diretoria: “Temos ideias para gerar um refinamento nos espetáculos, não na parte artística, mas em estrutura e logística. Temos o desafio de criar e preservar tudo que foi construído, são talentos em Jaraguá do Sul”. Como complemento, ele minimiza os possíveis efeitos da crise econômica que poderiam ter no festival: “Não se trata de ganhar ou perder dinheiro. O Femusc é uma ferramenta de retorno social, é uma maneira de lavar a alma e fortalecer o espírito comunitário. É trabalho, mas também é lazer”.

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24/01/2016

De Villa-Lobos a ópera Carmen: semana cheia no Femusc

A programação do Festival de Música de Santa Catarina entra na segunda semana, ocupando os palcos da Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul/SC (SCAR). A principal série do Femusc, Grandes Concertos, ocorre sempre no Grande Teatro da SCAR, às 20h30.

Na segunda-feira, 25, Villa-Lobos é o grande destaque da programação do Festival, com interpretação de obras do maior compositor erudito brasileiro, também demonstrando sua influência na música internacional.

Na terça-feira, 26, destaque para “Quarteto para Piano e Cordas em Sol Menor”, de Brahms; “Arranjos dos Beatles para Violão e Quarteto de Cordas”, do cubano Leo Brouwer; e “Simple Simphony”, de Benjamin Britten, interpretado pela orquestra de cordas liderada por Leon Spierer.

A programação segue na quarta, 27, com a interpretação de “Fantasia Coral”, de Beethoven, com seis solistas de voz e regência de Claúdio Jaffé. Na quinta, 28, é a vez da Camerata ProMusc subir ao palco, sob a liderança de Simon Bernardini, interpretando “Sinfonia no.88”, de Haydn.

Na sexta, 29, um dos momentos mais esperados da edição desse ano: a montagem da ópera “Carmen”, de Bizet, sob direção de Gino Quilico, com orquestra regida por Catherine Larsen-Maguire. O encerramento do festival, no sábado, 30, será com o complemento da “Sinfonia no. 4” executado pela Orquestra Sem Maestro, além da “Sinfonia no. 5”, de Tchaikovsky.

O restante da programação segue como de costume, sempre na SCAR: Piano Masters (18h, Sala 201), Recitais de Canto Lírico (18h, Sala de Exposições), Violão Plus (19h, Piano Bar), Momento Springmann (19h, Pequeno Teatro), Musicalmente Falando (com Alex Klein, antes da série Grande Concertos) e Recitais de Câmara (20h30, Pequeno Teatro). No sábado, há também o Zoológico Musical (10h, Grande Teatro), seguido do Concerto Para as Famílias. À tarde, Concerto de Encerramento do Femusckinho e Femusc Jovem (13h30, Grande Teatro) e Concertos de Sábado (16h, Pequeno Teatro). Os concertos sociais também continuam, levando música erudita a lugares como shopping center, hospital, lar de idosos e cidades da região.

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23/01/2016

Concerto para Famílias reúne história de amor em música e pedido de casamento

“Romeu e Julieta” é uma das histórias mais famosas da história da literatura, escrita por Shakespeare. E se essa história acontecesse dentro de uma nave especial? Se Julieta, na verdade, fosse “Marceleta”, filha do maestro de uma orquestra? E Romeu fosse Clarkinho, um trombonista com “contrato temporário”? E se a história não terminasse em morte, e sim num emocionante pedido de casamento? Mais: e se o maestro fosse um astronauta, e entrasse no palco fazendo rapel?

Foi a isso que quem foi ao Grande Teatro da Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul (SCAR) na manhã de sábado, 23 de janeiro, assistiu, durante a performance da Sinfonietta do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc) no Concerto Para as Famílias, com regência do “maestro-astronauta” Norberto Garcia, o condutor da “Orquestra Sinfônica Não-Identificada – OSNI”. Tendo “Romeu e Julieta Suíte 1 – Op.64 bis”, de Sergei Prokofiev, como pano de fundo, a história de Marceleta (a harpista Marcela Mendez) e Clarkinho (o ator jaraguaense Rubens Franco) hipnotizou pais e filhos de todas as idades, que já havia tido uma boa dose de encantamento durante o Zoológico Musical, quando os alunos do programa Avançado apresentaram os instrumentos e demonstraram como tocam.

Na história, a OSNI precisa de um novo trombonista, e acaba localizando um músico chamado Clarkinho, que logo se apaixona por Marceleta, filha do maestro da OSNI. O pai da moça não aprova o namoro, mas com o apoio da futura sogra (interpretada por Rita Costanzi), de Mr. Spock (Claudio Jaffe) e do cantor lírico Alan Faria, que interpretou a ária “Dein ist mein ganzes herz”, de Franz Lehár, acaba ficando com a moça… pelo menos até o sábado, 30 de janeiro, quando a história continua em mais um Concerto para as Famílias.

Se o clima já era leve durante o concerto, com crianças brincando e sorrindo entre as fileiras, ficou ainda mais apaixonante quando, após o espetáculo, o jovem Jairo Prado, de 21 anos, subiu ao palco com uma rosa vermelha em punho, e em frente à plateia que ainda deixava o teatro, pediu a mão de Quezia Meldola Pereira, de 19 anos, em casamento. Enquanto Jairo esticava a caixinha da aliança com joelho direito tocando o chão, o naipe de metais da Sinfonietta disparou as primeiras notas da Marcha Nupcial, de “Sonho de Uma Noite de Verão”, de Felix Mendelssohn, sob aplausos do público.

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23/01/2016

Zoológico Musical encanta os pequenos

Os oboés, clarinetes, violinos e trombones desta vez estavam na plateia para receber o pequeno grande público. Na manhã deste sábado (23) tradicional Zoológico Musical recebeu centenas de crianças e suas famílias, curiosas em experimentar os instrumentos que compõem as orquestras do FEMUSC.

Aos 8 anos, Isabela Martins Janssen já vem ao festival pela terceira vez. Acompanhada da irmã de 3 anos e da prima vinda de São Paulo, que quer aprender violino, ela pode ouvir de perto e tocar os instrumentos espalhados pelos corredores do Grande Teatro. “Assim elas podem ter o primeiro contato com uma orquestra e essa magia que é a música”, afirma a mãe Cristiany Martins.

As poltronas do teatro são ocupadas por crianças de todas as idades, inclusive bebês ainda de colo. Lucas Kiefer, 6, é trazido pelo pai ao FEMUSC desde os dois anos. Neste ano, ele conseguiu subir ao palco pela primeira vez para experimentar os grandes instrumentos de percussão. “Sempre é uma experiência maravilhosa poder interagir com os instrumentos. Ele quer aprender a tocar alguma coisa, mas ainda não descobriu o que”, disse o pai, Kleber Kiefer.

A musicista jaraguaense Bel Bandeira trouxe os filhos, Sol e Lua Bandeira, para mostrar que a música não se faz somente em casa ou na televisão, mas ela está por toda parte. “Aqui é um lugar muito especial, onde eles podem ver a música orgânica – o som sai dos instrumentos sem necessidade de amplificação e tecnologia. Então eles podem sentir uma vibração única no corpinho deles, e crianças são muito sensíveis a isso”, declara Bel.

O Zoológico Musical é sucedido pelo Concerto para Famílias, um espetáculo descontraído com a participação da Sinfonieta, regida pelo maestro argentino Norberto Garcia.

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23/01/2016

Segunda-feira é dia de Villa-Lobos no Femusc

Se o Brasil é a alma de Heitor Villa-Lobos, Villa-Lobos também é parte da alma do Femusc. E nesta segunda-feira, 25 de janeiro, essa relação virtuosa entre o maior compositor brasileiro de música erudita e o movimento do Festival de Música de Santa Catarina ocupará o principal palco da Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul/SC (SCAR). Com sete obras do autor e uma do amigo Albert Roussel, o Femusc estende o tapete vermelho e reconhece o talento brasileiro, responsável pela construção da identidade da música erudita brasileira.

Na série Grandes Concertos (Grande Teatro, às 20h30), será realizado um breve panorama da obra de Villa-Lobos. Tudo começa com “Sexteto Místico”, seguido das “Bachianas Brasileiras no.4” (com prelúdio da Orquestra Acadêmica Udesc, residente no festival) e “no.6” (com os Curt Schroeter na flauta e Benjamin Coelho no fagote) e “Quarteto de Cordas No.1 A099”, interpretada pelo Café Quarteto. Na sequência, é hora da “Serenata para Flauta, Violino, Viola, Cello e Harpa Op.30”, do francês Albert Roussel, contemporâneo e amigo de Villa-Lobos. O professor Mario Ulloa será o próximo a subir ao palco, interpretando “Preludio no.3 para violão solo” e “Estudos no. 11 e 12 para violão solo”. O encerramento do programa será com um octeto de violoncelos e a soprano Annelise Cavalcanti interpretando “Ária (Cantilena)” e “Dança (Martelo)”, das “Bachianas Brasileiras no.5”.

No Pequeno Teatro, às 19h, a série Momento Springmann contará com interpretação de “Homenaje a Bellini”, de Antonio Pasculli (com Alex Klein no oboé e Martha Bonilla na harpa); “Malagueña”, de Ernesto Lecuona (com Eve Matin e Rita Costanzi nas harpas); “Sonata no.1”, de Johann Dismas Zelenka (com Alex Klein e Gordon Hunt nos oboés, Catalin Rotaru no contrabaixo, Luciana Soares no cravo e Catherine Larsen-Maguire no fagote); e “Quinteto para Clarinete em Lá Maior K581”, de Mozart (com Cristiano Alves no clarinete e o Quarteto Campinas).

As demais séries noturnas na SCAR retomam a rotina: às 18h, Piano Masters (Sala 201) e Recitais de Canto Lírico (Sala de Exposições); às 19h, Violão Plus (Piano Bar); antes da série Grandes Concertos, Musicalmente Falando, com Alex Klein; e às 20h30, Recitais de Câmara. Os concertos sociais também voltam à programação, às 9h e às 15h, no Hospital São José, e ao meio-dia, no Jaraguá do Sul Park Shopping.

Nesta segunda, Corupá recebe o Femusc, às 20h, na Secretaria de Cultura (Rua Jorge Lacerda, 85, Centro). O programa inclui “Quarteto de Cordas no. 19”, de Mozart, e “Quarteto de Cordas no. 12 Op. 96”, de Antonin Dvorak, ambos a cargo do Cuarteto Vivioce.

O FEMUSC é uma realização conjunta do Instituto Festival de Música, Prefeitura de Jaraguá do Sul, Funcultural, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Governo de Santa Catarina, Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura; patrocínio WEG, Tractebel Energia, Raízen; apoio Zanotti, Portonave, Duas Rodas, Eletrobras e Gomes da Costa; apoio institucional Sociedade Cultura Artística (SCAR), Vale dos Encantos Convention & Visitors Bureau, Fundação Cultural e Católica de Santa Catarina.

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