14 a 27 de janeiro de 2018

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29/01/2016

O legado do 11º FEMUSC

Após os movimentos intensos que compõem o FEMUSC – Festival de Música de Santa Catarina, a pausa na música se aproxima. As melodias, assobios, metrônomos e conversas que dão cor às salas e corredores da SCAR durante duas semanas agora voltam para seus locais de origem, com uma experiência incrível na bagagem. Mas o festival já tem data certa para voltar: 15 de janeiro de 2017.

Durante os 14 dias de realização do Festival cerca de 700 participantes de 16 países encararam, ao todo, 30 mil horas de aulas, cerca de três mil ensaios e a execução de 900 obras – sendo a maioria por sugestão dos alunos.

O maior desafio desta edição ficou por conta da ópera “Carmen”, de Georges Bizet. Um ano após a estreia do programa de Canto Lírico no festival, esta foi a primeira ópera completa executada na história do festival.

“E não somente o visual e o audível, mas o que a equipe do Femusc cresceu com essa ópera não tenho como descrever. Estamos abrindo um novo capítulo para os festivais de música”, projeta o diretor artístico do Femusc, Alex Klein. O espetáculo envolve canto, teatro, figurinos, iluminação, cenário, projeções, orquestra sinfônica no fosso e centenas de pessoas envolvidas. Apesar de árdua, a experiência de produzir uma ópera complexa é fundamental no projeto educacional do Femusc, segundo Klein.

Outra superação, neste ano, pela primeira vez, os catarinenses vieram em maior número. Apesar do volume de inscrições recebidas ser de São Paulo, como sempre, a maioria dos aprovados são do Estado-sede do festival. A comunidade de Jaraguá do Sul também tem participado ativamente, não somente lotando os Grandes Concertos, mas na programação oficial com o coral nas obras “Choros nº 5”, “Fantasia Coral” e em “Carmen”. Além disso, os programas do Femusckinho e Femusc Jovem têm incentivado a formação e o gosto pela música nas crianças. Essas são algumas das transformações causadas pela música na região do Vale do Itapocu.

Com o encerramento da 11º edição, o momento é de avaliar cada programa e conversar com os professores sobre os erros e acertos. O programa de concertos e atividades de 2017, previsto para acontecer de 15 a 28 de janeiro, já está em fase de elaboração, entretanto as obras ainda não foram definidas. Esse processo acontece ao longo do ano, em conversa com os alunos e professores, pois o festival é sustentado por uma administração participativa. Uma das principais ferramentas utilizadas pelo diretor artístico é o Facebook.

“Eu vou observando o porquê as pessoas estão sugerindo essas óperas e não outras, e com isso eu entendo como os alunos estão pensando. Aí tomamos uma decisão que vá de encontro, que eles possam crescer com isso e que possam gostar. Essa é a nossa maneira também de recrutar alunos: oferecer algo que eles estão buscando”, afirma Klein.

Para liderar todos esses talentos, o FEMUSC atrai professores comprometidos com o ensino da música, acima de tudo. Tanto que, diante da crise, dois deles ofereceram seus cachês para o festival, num gesto de generosidade. “Conseguimos criar um oásis, uma sociedade perfeita, onde não existem fronteiras, não existem separações de idiomas, as pessoas lutam por uma causa em comum – cada um com a sua função – e criam algo lindo. E esses alunos levam agora para casa essa mensagem de Jaraguá do Sul”, comenta do diretor artístico do FEMUSC.

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O FEMUSC é uma realização conjunta do Instituto Festival de Música, Prefeitura de Jaraguá do Sul, Funcultural, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Governo de Santa Catarina, Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura; patrocínio WEG, Tractebel Energia, Raízen; apoio Zanotti, Portonave, Duas Rodas, Eletrobras e Gomes da Costa; apoio institucional Sociedade Cultura Artística (SCAR), Vale dos Encantos Convention & Visitors Bureau, Fundação Cultural e Católica de Santa Catarina.

Informações sobre a programação completa do Festival estão disponíveis em www.femusc.com.br.

FEMUSC – 11º Festival de Música de Santa Catarina
ASSESSORIA DE IMPRENSA
Centro Cultural SCAR – Sala 113
(47) 3274-8348 / (47) 9121-7469 / imprensa@femusc.com.br
Ronaldo Corrêa – (47) 9964-3233 – textolivre@gmail.com
Bárbara Elice – (47) 8424-6467/ barbara.elice@gmail.com
Jouber de Castro – (47) 9622-2661 / jouberhc@gmail.com
Carol Giacomini – (44) 9900-4751 / carolinagps21@gmail.com

29/01/2016

Orquestras encerram Femusc na noite de sábado

Chegou a hora de se despedir de mais um Femusc. Após horas de aulas, ensaios e apresentações, o Festival de Música de Santa Catarina diz “até logo” a Jaraguá do Sul com mais uma aguardada performance da Orquestra Sem Maestro, além da Orquestra Sinfônica, sob a regência do maestro Alex Klein. Os últimos espetáculos do Femusc serão na noite de sábado, 30 de janeiro, na Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul (SCAR).

A série Grandes Concertos (Grande Teatro, às 20h30) começa com mais uma performance da Orquestra Sem Maestro, projeto conduzido pelo violinista e professor do Femusc Leon Spierer. Os alunos do programa Avançado complementam a apresentação iniciada no último sábado, interpretando agora o segundo e o quarto movimento da “Sinfonia no.4”, do compositor alemão Félix Mendelssohn. O programa do Femusc será concluído com a performance da Orquestra Sinfônica do Femusc, conduzida pelo maestro Alex Klein, interpretando a “Sinfonia no. 5”, de Peter Tchaikovsky. Composta em apenas quatro meses de 1888, foi executada pela primeira vez em São Petesburgo e foi largamente utilizada no balé, no cinema e na publicidade ao longo do século 20.

O Momento Springmann (19h, Pequeno Teatro) recebe um especial reunindo algumas das árias mais famosas da história da ópera na voz dos alunos do programa de Canto Lírico, do Femusc. Obras de Puccini, Massenet, Mozart, Gounod, Mascagni e Verdi representarão um panorama da história da ópera, garantindo entretenimento aos amantes do bel canto. Pela manhã, o Zoológico Musical agita as crianças no Grande Teatro a partir das 10h. Na sequência, o Concerto Para as Famílias mostra o desfecho da história de Romeu e Julieta – para o público do Femusc, “Marceleta” e “Clarkinho” – com “Romeu e Julieta Suíte 2 Op. 64”, de Sergei Prokofiev.

Séries noturnas da SCAR também concluem programação

A SCAR já conta com concertos à tarde: às 13h30, o Femusckinho e o Femusc Jovem encerram suas atividades no Grande Teatro; às 16h, é a vez dos alunos do programa Intermediário se apresentarem, sob a regência dos alunos do programa de Regência Orquestral. Os demais programas do Femusc também se despedem do público, na SCAR: Piano Masters (18h, sala 201), Recitais de Canto Lírico (18h, Sala de Exposições), Violão Plus (19h, Piano Bar) e Musicalmente Falando (com Alex Klein, antes da série Grandes Concertos). O Jaraguá do Sul Park Shopping também recebe os músicos do Femusc pela última vez em 2016 às 12h.

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O FEMUSC é uma realização conjunta do Instituto Festival de Música, Prefeitura de Jaraguá do Sul, Funcultural, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Governo de Santa Catarina, Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura; patrocínio WEG, Tractebel Energia, Raízen; apoio Zanotti, Portonave, Duas Rodas, Eletrobras e Gomes da Costa; apoio institucional Sociedade Cultura Artística (SCAR), Vale dos Encantos Convention & Visitors Bureau, Fundação Cultural e Católica de Santa Catarina.

Informações sobre a programação completa do Festival estão disponíveis em www.femusc.com.br.

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28/01/2016

Noite de gala: quinta teve o melhor do Femusc no palco

Uma amostra do melhor que o Femusc tem a oferecer. Essa é uma ótima maneira de resumir o programa da noite de 28 de janeiro no Festival de Música de Santa Catarina. Para a uma plateia reforçada por autoridades e patrocinadores, a série Grandes Concertos teve sua noite de gala, dando os primeiros prenúncios do fim do festival, que se aproxima. Os espetáculos seguem na Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul (SCAR) até sábado, 30 de janeiro.

Antes do concerto, o Instituto Femusc entregou ao secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina, Carlos Chiodini, o título de sócio benemérito, em homenagem à sua atuação em favor do festival. Logo na sequência, a Orquestra de Harpas abriu o espetáculo com duas obras recheadas de doçura e expressividade: “Cânone em Ré Menor”, de Johann Pachelbel, e “Spring Rain”, de Josef Molnar. Na sequência, a Orquestra de Violões, sob liderança de Eduardo Isaac, levou ao palco “Dos Danças Españolas”, de Enrique Granados, autor que sofreu morte trágica: o navio onde estava foi bombardeado no Canal da Mancha, durante a Primeira Guerra Mundial. Destaque também para “Musique de Table”, do belga Thierry De Mey, em que uma simples mesa com pedaços de madeira foi suficiente para fazer música.

Com roupas multicoloridas e “eletricidade” nos movimentos, os alunos do Projeto Serioso liderados por Richard Young deram show no segundo e terceiro movimentos do “Quarteto de Cordas no.3”, de Dmitri Shostakovich. Mesmo em formação com 16 músicos, o grupo interpretou a obra com maestria e entrosamento, fruto do trabalho orientado à formação dos músicos para trabalho em quarteto. “Grand Fanfarre”, de Giancarlo Castro D’Addona, demonstrou o trabalho do Grupo de Metais, conduzido por Luiz Lenzi. O complemento da noite foi magistral: a Camerata ProMusc, sob liderança de Simon Bernardini, esteve precisa e virtuosa na interpretação da “Sinfonia no.88”, do austríaco Franz Joseph Haydn, um dos expoentes do período clássico, chamado de “Pai da Sinfonia” e “Pai do Quarteto de Cordas”.

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28/01/2016

“Carmen”: noite de ópera na sexta-feira do Femusc

Chegou um dos momentos mais esperados do Festival de Música de Santa Catarina: a ópera “Carmen”, de Georges Bizet, é o destaque de sexta-feira no Grande Teatro da Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul (SCAR). Trata-se de uma das peças mais reconhecidas do mundo no segmento de canto lírico. Apresentada pela primeira vez em 1875, é um expoente do estilo francês de opéra-comique. Devido ao tempo de espetáculo, a série começa já às 20h, um pouco mais cedo que de costume. O Femusc segue até sábado, 30 de janeiro.

“Carmen” conta em quatro atos a história de um oficial honesto do exército, que é corrompido pelos encantos de uma bela cigana, e acaba embarcando numa trajetória como fora-da-lei. Parte da cultura popular, a história já contou com pelo menos 70 releituras apenas no cinema, sendo 40 delas no cinema mudo. Entre as versões recentes mais famosas, estão o alemão “Carmen on Ice”, de 1990, e “Carmen: A Hip Hopera”, de 2001, que marcou a estreia da cantora Beyoncé no cinema. É uma das óperas não-italianas com o maior número de árias famosas: “Habanera”, “Canção do Toreador” e o próprio prelúdio serão facilmente reconhecidas pelo público.

A trajetória da obra se cruza com a própria vida de Bizet: a première não foi bem recebida pelo público e pela crítica de Paris à época devido à crueza da abordagem, e o reconhecimento só veio em apresentações subsequentes em Viena, para uma plateia que abrigava gênios como Brahms, Wagner, Tchaikovsky e o filósofo Nietzsche. Detalhe: Bizet morrera meses antes, e não pode acompanhar o sucesso de sua obra. Pertence ao gênero opéra-comique, que mescla árias com temática mais séria e outras mais leves, que eram executadas enquanto os ouvintes bebiam. No Brasil, foi montada pela primeira vez em 1881, ainda em francês. Sua versão em italiano foi consagrada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde reúne quase uma centena de récitas em 30 temporadas.

Ficha técnica

Carmen, ópera de Georges Bizet
Música: Georges Bizet
Libreto: Henri Meillhac e Ludovic Halévy
Estreia: Paris, 3 de março de 1875
Direção musical e regência: Catherine Larsen-Maguire (Reino Unido)
Direção de cena: Gino Quilico (Canadá)

Carmen: Juliana Taino (mezzo-soprano – Brasil)
Don José: Rinaldo Leone (tenor – Brasil)
Escamillo: Rodrigo Cruz (barítono – Brasil)
Micaëla: Annelise Cavalcanti (soprano – Brasil)
Frasquita: Sara Benítez (soprano – Paraguai)
Mercédès: Alexandra Álvarez Yepes (soprano – Colômbia)
Remendado: Deivisson Pereira (tenor – Brasil)
Dancairo: André Rabelo (barítono – Brasil)
Zuniga: Fernando José Silva Martinez (baixo – Paraguai)
Moralès: Célio Souza (barítono – Brasil)
Don José (velho): Maycon Junkes (Brasil)

Assistente de Direção: Jacqueline Cohen
Preparador Musical: André dos Santos
Iluminação: Gilberto Amaro
Produção: Fred Paiva
Assistente de Produção: Guísela Mendes
Legendas: Natália Koch
Regência do Coral Local: Denise Mohr
Regência do Coro Infantil: Vera Feruzzi Possari
Bailarinas Convidadas: Camila Miranda, Eve Ariana Matin e Thamy Secco
Pianista Correpetidor: Matheus Alborghetti
Assistentes Musicais: Ana Maria Patiño Osorio, Cássio Bitencourt, Juan Gabriel Alarcón, Rubian Zuluaga Gómez e Stefano Boccacci

Séries noturnas, concertos sociais e Femusc em Pomerode

O Momento Springmann (19h, Pequeno Teatro) também conta com programa de alto nível. A Orquestra de Violões leva ao palco “Cuatro Danzas Españolas”, de Enrique Granados. Na sequência, músicos do ProMusc interpretam “Quinteto para Trompa”, de Mozart. Os músicos do Projeto Serioso que interpretaram trechos de “Quarteto de Cordas”, de Dmitri Shostakovich na série Grandes Concertos de 28 de janeiro agora executam a íntegra da obra, sob a liderança de Richard Young.

As demais séries noturnas da SCAR terão seu penúltimo programa no festival: Piano Masters (18h, Sala 201), Recitais de Canto Lírico (18h, Sala de Exposições) e Violão Plus (19h, Piano Bar). Os concertos pela cidade de Jaraguá do Sul seguem, primeiro no Hospital Jaraguá às 9h e, às 12h, no Jaraguá do Sul Park Shopping.

Pomerode recebe o Femusc às 20h, no Teatro Municipal (Rua Hermann Weege, 111, Centro), com a presença da Banda Sinfônica, sob regência de Dietmar Wiedmann. O grupo que reúne sopros, metais e percussão interpreta “La Storia”, de Jacob de Haan; “Pasillo de la suíte no.5”, de Daniel Acosta Pulido; “Cinco Canções Populares para Soprano e Banda”, de Bernard Gilmore; “Fantasie Pour Saxophone”, de Jules Demerssenman; “Juventus”, de Carlos Pellicer; “Tradiciones Mexicanas”, de Carlos Olvera; além de temas consagrados dos filmes do personagem James Bond e “Star Wars Saga”, de John Williams.

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28/01/2016

Noite de quarta no Femusc honra a tradição de Beethoven

“Quando amor e força se juntam, a graça de Deus recompensa os homens”. As palavras do poeta Christoph Kuffner musicados por Beethoven em “Fantasia Coral” ajudam a descrever a noite de 27 de janeiro na série Grandes Concertos do Femusc. Após interpretações de quintetos de metais e cordas, a Orquestra Mozart acompanhada do professor-solista Alexandre Dossin se encarregou de honrar a tradição do compositor alemão, expoente histórico da música erudita. O Femusc segue até 30 de janeiro, na Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul (SCAR) e por toda a região.

A noite começou com a interpretação da obra “Danças”, do inglês Anthony Holborne, por músicos do ProMusc e professores de metais. Holborne viveu em Londres na segunda metade do século 16, e foi um reconhecido compositor que atuou como músico no serviço à rainha Elizabeth, última monarca da dinastia Tudor. Na sequência, foi a vez de “Quinteto de Cordas em Sol Maior”, do tcheco Antonín Dvořák, também interpretado por um ensemble misto de professores e membros do ProMusc. Dvořák foi um grande autor do período romântico, e retrata em sua obra uma conjunção de tradições locais a história da música ocidental.

Porém, o melhor ficara para o fim. “Fantasia Coral” é uma demonstração do vigor sinfônico de Ludwig Van Beethoven, e de como ele sabia aliar todas as ferramentas possíveis para criar um todo vasto e harmonioso, dedicado à fruição do espectador. Tendo Alexandre Dossin como solista nas partes em que Beethoven chegou a improvisar na execução original, a Orquestra Mozart deixou claras todas as nuances da obra, principalmente no gran finale. Claudio Jaffé regeu o grupo de forma simpática e carismática, e os solistas e o coral com cantores da comunidade de Jaraguá do Sul deram um show à parte, com musicalidade e alemão afiados.

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28/01/2016

CAPS visita os ensaios do FEMUSC

Visitantes do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), de Jaraguá do Sul, veio conhecer nesta quinta-feira os bastidores do 11º Festival de Música de Santa Catarina – FEMUSC. Os Concertos Sociais levam música à toda a comunidade desde a primeira edição do festival, mas, neste ano, uma parte do público decidiu vir até a sede do evento.

Um grupo de seis pessoas, acompanhadas de duas profissionais da unidade, pôde visitar os ensaios da Orquestra Sinfônica e da Sinfonietta, além de conhecer a estrutura do FEMUSC. Segundo Adriana Lourenço, terapeuta ocupacional do Caps, a atividade faz parte de um trabalho de ressocialização e ocupação dos espaços públicos de Jaraguá do Sul. “Essa interação com a cultura e o conhecimento traz muitas possibilidades. E como se veem vários tipos de música, elas proporcionam sensações e experiências diferentes, despertam o interesse por instrumentos que não são tão populares”, afirma Adriana. No Caps, os moradores dispõem de instrumentos como violão, pandeiro e cajon.

Para os atendidos pelo Caps, essa foi uma oportunidade de experimentar a vibração da música no coração do FEMUSC, a SCAR. “É muito interessante o espírito do FEMUSC como arte, não só como música. Gostaria que isso se estendesse para o ano inteiro em Jaraguá, mas a arte é algo difícil. Amo isso desde que nasci, mas nunca consegui fazer, pois não tive estrutura”, diz Jorge Lisboa Celestino Júnior.

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27/01/2016

Grandes Concertos de terça: Femusc na melhor forma

Aplaudir, aplaudir e aplaudir. Essa foi a rotina do público presente à série Grandes Concertos do Festival de Música de Santa Catarina na noite de 26 de janeiro. Mesclando obras consagradas e inovadoras, indo da popularidade de Beatles ao virtuosismo numa interpretação magistral de Brahms, os músicos magnetizaram a plateia, escrevendo mais uma bela página da história do festival, que segue até 30 de janeiro.

Mais carismático do que nunca, Leon Spierer foi o responsável pela condução da camerata de cordas que interpretou a primeira obra da noite, “Simple Simphony”, de Benjamin Britten, obra composta para orquestras de estudantes e de fácil assimilação. Singela porém cheia de personalidade, a performance do grupo conquistou o público, com destaque para o segundo movimento: como se estivessem no meio de uma aula de iniciação musical, toda a camerata pôs seus arcos no colo ou no chão – inclusive Leon, 88 anos – e seguiu tocando pizzicato, quando se pinça as cordas com os dedos.

Na sequência, um dos momentos mais esperados da noite: aos primeiros acordes de “Eleanor Rigby”, o quinteto com cordas e violão clássico formado por professores do Femusc conquistou o público. A interpretação de canções dos Beatles como “She’s Leaving Home”, “Here, There and Everywhere” e “Got to Get You Into My Life” demonstrou o potencial do encontro entre popular e erudito. No ato seguinte, Marcela Mendez levou a dramaticidade da “Sonatina para Harpa”, escrita pelo argentino Alberto Ginastera em 1938 e que permaneceu sem ser executada durante boa parte do século 20.

“Aphasia”, de Mark Applebaum, interpretada pelo professor Eduardo Leandro, foi um capítulo à parte. A obra do professor da Universidade de Stanford arregimenta uma série de movimentos gestuais e corporais sincronizados com uma antologia de expressões vocais desconexas. Segundo o autor, a obra é fruto da sua fascinação pelo “absurdo consequente do tédio e da atenção obsessiva a coisas ridículas”, o que pode ser observado quando ações da vida cotidiana são apresentadas em outro contexto.

Para completar a noite, uma preciosíssima interpretação dos professores Alexandre Dossin (piano), Richard Roberts (violino), Dennis Parker (violoncelo) e Richard Young (viola) para “Quarteto para Piano e Cordas em Sol Menos, op.25”, de Johannes Brahms. Pungente e vigorosa, a performance do professores manteve a plateia em estado parcial de transe, principalmente durante o último e apoteótico movimento. Música erudita de padrão internacional, que não deve em nada a qualquer casa especializada no mundo. Em Jaraguá do Sul. De graça.

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27/01/2016

Mestres lapidam jovens músicos por meio da internet

A distância geográfica entre mestres e alunos promissores não é mais um impedimento em tempos de internet. Apesar das limitações da conexão, professores têm conseguido lapidar o talento de jovens músicos nos cinco continentes. Assim, surgem talentos dos mais diferentes lugares, especialmente do interior da América Latina.

Richard Young, professor de viola, reside nos Estados Unidos e, por Skype, leciona a alunos latinos, europeus, norte-americanos e asiáticos. Ele os avalia em festivais e em ensaios e, se forem merecedores e quiserem essa ajuda, Young os seleciona para aulas via internet. Mesmo com os problemas de queda de conexão e sincronia, essa ainda é uma boa ferramenta para desenvolver talentos em lugares distantes das grandes cidades.

“Tenho uma viola de 450 anos, que toco muito bem, e tenho um laptop de seis meses e não sou muito bom com ele. Tecnologia não é o meu ponto mais forte, mas com certeza posso fazer algo pelo Skype”, brinca Richard Young.

Segundo o professor, por vídeo não é possível sentir o brilho da música, mas sim trabalhar a entonação, o movimento das mãos, disciplina e confiança dos alunos – e, especialmente, observar a personalidade do músico. E essa não é uma ideia nova. Conforme Young, o convite veio dos próprios alunos e também é uma prática recorrente entre outros professores.

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